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  • PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO ALÉM DO ASPECTO ARQUITETÔNICO
    Em 1997, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura - UNESCO deu à cidade de São Luís o título de Patrimônio Cultural da humanidade reconhecendo a beleza e a importância de dois grandes conjuntos de arquitetura civil de origem européia no mundo.
    Depois de treze anos surgem a indagação: Qual é a leitura que se tem sobre esse sítio urbano e quais são os víeis de educação patrimonial para conscientização de conservá-lo, além da ótica da preservação dos prédios históricos? O prof. E doutor Alex de Oliveira do Dep. de Arquitetura e urbanismo da Uema ao defender a sua tese de doutorado em Paris se preocupou com essa questão na cidade de São Luís. Analisando a proteção do patrimônio que vai além do aspecto arquitetônico.
    “A proteção dos centros históricos das cidades brasileiras tem um olhar muito voltado para a questão da arquitetura, para a questão dos monumentos históricos, mas só fazendo uma leitura da proteção do patrimônio histórico brasileiro com a criação do Iphan e o início do processo de tombamento não há uma leitura enquanto tecido urbano, a maioria dos debates que perpassam em torno do patrimônio é em relação à queda dos casarões, não existe a preocupação de saber quem conserva, como conserva, qual a relação entre os imóveis conservados e os imóveis com um bom uso, deve-se levar em conta a relação da geração de emprego e renda, a sua conservação, sua ocupação, e qual o nível de precariedade dessa população” destaca o doutor.
    Para o professor, para aplicar o método de monitoramento dos sítios urbanos em São Luís é preciso ter o entendimento com o Iphan - Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, ou com o Núcleo de Gestor de Patrimônio, ou ainda com a Fundação de Patrimônio do Município em um processo que depende dos gestores para a sua aplicabilidade. Ele observa ainda, que o patrimônio de São Luís é belíssimo tanto o material, quanto o imaterial sendo preciso ser valorizado, incluindo nesse contexto uma política de preservação que possa integrar as pessoas com o sentido principal de conservação desse patrimônio. (Jerry Del Marh)

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  • REFINANDO SONHOS: UM OLHAR SOBRE A REALIDADE E O DOCUMENTÁRIO
    Entre os dias 10 e 12 de julho aconteceu em campina Grande o XII Congresso de Ciências da Comunicação Nordeste, o Intercom Nordeste.  Na oportunidade o Maranhão foi agraciado com cinco premiações. No programa de hoje apresentamos “Refinando sonhos: um olhar sobre a realidade e o documentário”. Acompanhe na reportagem de Nilra Barros.

    Refinaria ou destilarias de petróleo são locais onde se realiza  o processo  químico de limpeza e refino do óleo cru dos poços e minas de óleo bruto. A partir de tal processo é possível produzir diversos derivados do petróleo como: a gasolina, o diesel, lubrificantes, asfalto, querosene entre outros. Com o intuito de levantar uma discussão em torno do gênero documentário bem como analisar os impactos sociais ocasionados pela implantação da Refinaria Premium I, da Petrobrás na cidade de Bacabeira- MA, o estudante de Comunicação Social - habilitação Rádio e TV da UFMA, Samir Pereira Ewerton, e outros pesquisadores da área, realizou o seguinte vídeo-documentário: ‘Refinando sonhos: um olhar sobre a realidade e o documentário’.
    O acadêmico explica a escolha do tema e o porquê da idéia: “A gente teve a ideia de colocar o tema refinando sonhos até porque as pessoas que foram entrevistadas em um determinado tempo da entrevista começavam a sonhar, a pensar que sua vida pudesse mudar... uma população carente, sofrida, assim como é a maioria da população do nosso estado, muito pobre ainda.
    Então, com essa estação que é a maior refinaria da América Latina (questionamos) o que isso pode causar na vida dessas pessoas? Eu sempre pensei que no curso (de comunicação) nós poderíamos contribuir para mudar a realidade. A gente via que o que saía na mídia eram só coisas sobre os políticos ‘o político tal vai levar isso para Bacabeira, o empresário tal vai levar isso, várias empresas estavam envolvidas’. E nós perguntávamos onde está a comunidade lá, o que o povo acha, o que o povo diz, e pensando em dar voz a essas pessoas, pensamos em ir à cidade dar voz a eles”.
    O vídeo-documentário “Refinando Sonhos: um olhar sobre a realidade” retrata em 15 minutos de forma crítica e reflexiva a história de gente simples na busca de uma vida melhor e na realização dos seus sonhos.

    Nilra Barros no Especial Intercom 21010 para o Rádio Ciência.
    VOCÊ SABIA QUE JOGAR NO PRÓPRIO CAMPO AUMENTA A CHANCE DE VITÓRIA DO TIME DA CASA?
    Para pesquisadores britânicos os hormônios secretados por jogadores que jogam no próprio estádio favorecem a equipe de casa. Após medir os níveis de testosterona dos jogadores que atuavam em casa, dos visitantes e dos atletas durante os treinos os cientistas descobriram que o hormônio se apresenta em maior quantidade entre aqueles que atuam no próprio campo.
    A testosterona é um hormônio é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das características masculinas normais sendo também responsável pela função sexual normal e o desempenho sexual. Um homem adulto produz cerca de trinta vezes mais testosterona que uma mulher e isso determina a diferenciação dos sexos entre os humanos.
    Para os pesquisadores a testosterona também está ligada ao domínio, à confiança e à agressividade, do que se conclui que durante uma partida de futebol os hormônios fazem com que os jogadores se comportem como homens defendendo seu território.

    Você sabia? Tome Ciência!

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  • NOTÍCIAS
    UEMA DESENVOLVE PROJETOS DE PROTEÇÃO NA ÁREA DO MEIO AMBIENTE
    A Universidade Estadual do Maranhão – UEMA atualizada com as discussões mundiais sobre o desenvolvimento sustentável e a preservação ambiental procura desenvolver pesquisas que promovam a conservação dos ecossistemas, já em degradação, do nosso estado.
    A professora, Andrea Cristina Gomes de Azevedo Cutrim, do Departamento de Ciência Biológicas coordena duas pesquisas, “A Influência das Mudanças Climáticas para o Plâncton na Região Portuária da Baía de São Marcos” e “Diagnóstico Sócioeconômico e Ambiental no Estuário do Rio Munim-Icatu”.
    O primeiro, objetiva o estudo da ecologia do plâncton marinho e estuarino, bem como observar possíveis influências das alterações climáticas para o plâncton, na região portuária da Baía de São Marcos. O segundo é desenvolvido em parceria com a prefeitura de Icatu e tem como objetivo diagnosticar o estuário do Rio Munim.

    Confira mais informações aqui

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  • HISTÓRIA NATURAL DA COBRA-VERDE NA ILHA DO MARANHÃO

    A cobra-verde também conhecida como cobra-cipó ou bicuda em algumas regiões do Brasil, vive em ambientes naturais como cerrados,campos e florestas e pode alcançar cerca de dois metros de comprimento. É uma espécie de serpente predadora que se alimenta preferencialmente de lagartos, aves e pererecas e costuma passar grande parte do dia em árvores e quase sempre é confundida com a vegetação devido a sua cor verde.

    Com o objetivo de coletar o maior número de informações biológicas desta espécie em habitat natural na parte amazônica do Maranhão o bacharel e licenciado em Ciências Biológicas e Mestrando em Biodiversidade e Conservação pela UFMA, Anderson Pires Ferreira realizou a pesquisa: História natural da cobra-verde na Ilha do Maranhão, Amazônia Oriental, Brasil.

    O estudo foi realizado entre julho de 2006 a abril de 2008 no Sítio Aguahy, uma reserva ecológica localizada em São José de Ribamar. Durante as observações foram coletadas informações sobre habitat e micro-habitat, comportamento, sexo dentre outras. Também foram coletadas informações de moradores que falaram das atividades dos animais no dia-a-dia.. Para o mestrando Anderson Pires Ferreira tal serpente não oferece risco a saúde humana. (Nilra Barros)


    VOCÊ SABIA QUE MULHERES QUE TEM MAIS FILHOS CORREM MENOR RISCO DE COMETER SUICÍDIO?

    Essa foi a conclusão de um estudo recente publicado no Diário da Associação Médico Canadense. Após avaliarem dados de 30 anos de mais de um milhão de mulheres do Taiwan os pesquisadores descobriram que aquelas que tinham dois filhos a possibilidade de cometerem suicídio era quase 40% menor quando comparadas com as que tinham apenas um filho. Entre as que tinham de três a mais filhos a probabilidade era de até 60% menor de cometerem suicídio.

    A pesquisa está fundamentada na teoria de que a maternidade oferece proteção contra comportamento suicidada.

    Dados mais precisos apontam que entre as mulheres que tinham apenas um filho, o índice de suicídio foi de 11 para cada 100 mil mulheres por ano; para as que tinham dois filhos a taxa foi de 7 para cem mil, e para as que tinham três ou mais filhos a taxa de suicídio foi de apenas 6 para cada grupo de cem mil mulheres.

    Dentre as explicações para tal comportamento, os responsáveis pelo estudo destacam que mulheres que tem mais filhos tem maior apoio emocional em tempos difíceis. Além de se sentirem necessárias aos outros filhos. Outra explicação para o maior número de suicídio entre as mulheres com menos filho é que as que já tinham maior predisposição ao suicídio buscavam ter menos filhos por conta de depressão ou outros problemas psiquiátricos.

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  • ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO INHAMUM: REGISTROS PARA A FAMÍLIA MELASTOMATACEAE

    No Brasil a família Melastomataceae- erva popularmente conhecida como quaresmeira ou manacá está representada por cerca de setenta gêneros e aproximadamente duas mil e quatrocentas espécies. No Estado do Maranhão essa família vegetal é usada como plantas ornamentais em praças de cidades e economicamente utiliza-se suas árvores para construção de casas de pau-a-pique e seus frutos como alimentação para pássaros.

    Com o objetivo de listar as principais espécies da família Melastomataceae no Estado a acadêmica do curso de Ciências Biológicas do SESC – Uema, Elenice de Magalhães realizou a pesquisa: Área de Proteção Ambiental Municipal do Inhamum: primeiros registros para a família Melastomataceae.

    A pesquisa foi realizada a cada quinze dias durante um ano no qual todo o material coletado foi fotografado e processado no término de cada coleta sendo que os exemplos foram colocados em prensa de madeira entre folhas secas e limpas de jornal e papelão e depois levadas à secagem a uma temperatura ambiente durante sete dias. Posteriormente todo esse material foi enviado para o Herbário de Feira de Santana para a identificação das espécies.

    Vale ressaltar que embora a família Melastomataceae seja abundante em nosso estado é de fundamental importância que a sociedade crie hábitos de preservação em relação a esse recurso natural. (Nilra Barros)

    VOCÊ SABIA QUE PROTEÍNA DA BANANA PODE EVITAR A TRANSMISSÃO DA AIDS?

    Estudo da Escola de Medicina da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, acaba de descobrir uma classe de proteínas na banana que pode prevenir a transmissão do vírus HIV. Segundo os pesquisares a lectina Banlec consegue bloquear a ação do vírus da Aids antes dele se fixar às células do sangue, pois essa classe de proteína que se liga a carboidratos é capaz de identificar invasores.

    Como as lectinas podem se ligar à cobertura rica em carboidratos do vírus e bloquear sua propagação no corpo humano, a Banlec pode oferecer uma proteção mais ampla que os atuais coquetéis.

    Publicada na revista especializada Jornal of Biological Cheimistry, a pesquisa revela que a principal vantagem deste tratamento em comparação a suas das principais drogas utilizadas atualmente no tratamento da doença é que as lectinas encontradas na banana podem se ligar aos carboidratos presentes em diversas partes da cobertura do HIV mesmo que o vírus sofra mutações.

    Outra vantagem do uso da lectina Banlec é que ela seria muito mais barata que o tratamento convencional que utilizam coquetéis anti-aids. No entanto, os cientistas reconhecem que levará alguns anos para que um medicamento com a substância seja comercializado.

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  • OCORRÊNCIA E CAÇA DE MAMÍFEROS NA REGIÃO DE CHAPADINHA

    No Maranhão há a prevalência de poucos inventários sobre a fauna e principalmente sobre os mamíferos que vivem no Estado. Procurando conhecer a ocorrência desses animais numa área de cerrado maranhense entre os municípios de Vargem Grande, Chapadinha e Anapurus, a estudante Fernanda Silva dos Santos do curso de ciências biológicas do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais da Ufma Campus – Chapadinha realiza a pesquisa: Levantamento preliminar da ocorrência e caça de mamíferos de médio e grande porte na região do médio Munim, Chapadinha – Maranhão.

    A pesquisadora descreve os quatro métodos utilizados durante a pesquisa para pô-la em prática: O primeiro é o encontro de vestígios como rastros, fezes, ossos, abrigos; o segundo é a coleta de animais atropelados na BR-222; o terceiro entrevistas com moradores que caçam e o último, análise de materiais zoológicos como crânio e pele, etc. Nós concluímos que de acordo com a pesquisa foram encontradas 41 espécies na área de cerrado que compreende os três municípios, também foram encontradas duas espécies de ocorrência na Amazônia, que é o Furão e o Tatu 15 quilos.

    Apesar do Maranhão possuir uma grande riqueza de espécies animais, as informações sobre eles ainda são insatisfatórias. Com esta pesquisa, a acadêmica se propõe a trazer dados para outros levantamentos sobre mamíferos no Estado e a disponibilizar conhecimento contribuindo para a elaboração de estratégia de conservação dos animais. (Emerson Marinho)

    VOCÊ SABIA QUE CIENTISTAS DESCOBRIRAM PROCESSO QUE PERMITE A REGENERAÇÃO DE TECIDOS?

    Um grupo de cientistas americanos descobriu recentemente um gene que impede a cura e a regeneração de tecidos perdidos ou danificados. Trata-se do p21, que é encontrado em anfíbios como em outros seres. Se ele estiver inativo permite com esses animais recuperem um membro perdido.

    Os pesquisadores do Instituto Wistar, da Filadélfia realizaram testes com ratos bloqueando o gene p21. Isso fez com que as células dos animais se comportassem como célula-tronco repondo tecidos perdidos ou danificados por um tecido saudável sem que apresentasse qualquer sinal de cicatriz.

    De acordo com os cientistas americanos o procedimento de bloqueio do gene p21 fez com que o processo de cura se desse de forma diferente do que ocorre atualmente com os mamíferos. Normalmente a cura resulta em cicatrizes, o novo processo, no entanto, cria uma estrutura que permite o rápido crescimento celular como acontece com os anfíbios.

    Os estudos envolvendo o gene, embora tenham começado há mais de uma década, ainda estão no princípio. Mas os pesquisadores já vislumbram que algum dia serão capazes de acelerar a regeneração de tecidos em humanos tornando o gene p21 inativo temporariamente.

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  • MODIFICAÇÕES NA VIDA DA POPULAÇÃO DE ALCÂNTARA APÓS A IMPLANTAÇÃO DO CENTRO DE LANÇAMENTO DE FOGUETES

    Alcântara é uma cidade histórica localiza a aproximadamente uma hora da capital do Estado do Maranhão, São Luís. Famosa pelos grupos remanescentes de quilombolas e pelos pontos turísticos. A cidade começou a chamar a atenção também pelo Centro de Lançamento de Foguetes. Por estar muito próxima à linha do Equador a cidade é propícia para o lançamento de foguetes, no entanto, a população do município vivia de forma simples, da agricultura e do turismo e portanto sofreu grandes modificações após a implantação do CLA. Para discutir a questão, professores do Colun criaram o projeto: Estudo do Meio. Cujo o tema principal é: Alcântara vai para o espaço? Em que pretendem abordar as principais mudanças que ocorreram na vida dos moradores da área.

    “A gente está trabalhando com o impacto de tudo aquilo que interferiu na vida da comunidade de Alcântara, ou seja, o desmatamento da área, as mudanças que ocorreram na própria cultura da população, o inchaço da cidade, o deslocamento das comunidades que sair do litoral em direção ao interior do município e todas as mudanças que representaram para eles”, afirma Luiz Alberto professor de história do colun e um dos responsáveis pela pesquisa.

    Esses impactos foram estudados de duas formas: primeiro membros da comunidade foram para as salas de aula falar sobre suas impressões da implantação do CLA, depois foi a vez de uma professora de sociologia chamada para dar palestras sobre quilombolas e campesinatos. Por ultimo um engenheiro do CLA explicou a importância dos foguetes e de conhecer o espaço, tudo isso para que os estudantes pudessem pensar o que está acontecendo em Alcântara por vários ângulos. (Camila Pinto Boullosa)

    VOCÊ SABIA QUE MELÃO PODE INIBIR CRESCIMENTO DO CÂNCER DE MAMA?

    É verdade! De acordo com estudo publicado na revista americana Pesquisa do Câncer (tradução livre do inglês) o Melão-de-São-Caetano ou mais conhecido como Melão Amargo, ou Melãozinho atua diretamente nas reações químicas que favorecem o crescimento do câncer de mama. A partir de observações laboratoriais percebeu-se que o extrato da fruta fazia as células cancerígenas se destruírem como também estimulava a divisão dessas células.

    Para os pesquisadores o melãozinho que por muito tempo foi utilizado pela medicina popular para tratar diabetes e infecções pode agora ser utilizado como suplemento alimentar por pacientes com câncer de mama.

    Apesar dos primeiros resultados animadores os responsáveis pelo estudo afirmam que não há provas substanciais de que a ingestão da fruta combata de fato o câncer. Os estudos foram realizados apenas em laboratório necessitando de experiências em humanos para que se confirme a sua eficácia no combate à doença e também os efeitos colaterais resultante do uso da droga produzida a partir do fruto.

    De origem asiática, o Melão Amargo foi trazido da África pelos escravos que o batizaram de Melão-de-São-Caetano por ser parecido com um melão e por terem plantado as primeiras mudas ao redor de uma capelinha em que o padroeiro era São Caetano.

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  • CARRAPATICIDA NATURAL OBTIDO DA TORTA DA MAMONA SUBPRODUTO DA EXTRAÇÃO E DO ÓLEO

    A Mamona também conhecida como rícino ou carrapateira em algumas regiões do nordeste brasileiro tem como principal produto derivado o óleo de mamona ou óleo de rícino. Na medicina popular ele é usado como purgativo, mas atualmente o seu principal emprego tem sido como matéria prima para o biodiesel.

    Além dessas utilidades uma pesquisa da UFMA vem procurando desenvolver um carrapaticida natural obtido da torta da mamona subproduto da extração do óleo. A pesquisa é desenvolvida pela acadêmica do curso de ciências biológicas da UFMA Campus Chapadinha, Ana Paula Oliveira além do intuito de produzir um repelente contra insetos, ela também procurou estudar alguns problemas ocasionados com certos produtos químicos utilizados para combate os carrapatos.

    “Esses fitoterápicos vão ajudar além de diminuir a degradação ambiental, mas também não vão oferecer tanta resistência como os inseticidas químicos,destaca a acadêmica do sétimo período do curso de ciências biológicas”, destaca a pesquisadora.

    A torta da mamona vem sendo adquirida na indústria pela extração do óleo, sendo o subproduto extraído da semente da mamona.

    De acordo com os testes a torta da mamona teve uma eficiência somente nas fêmeas ingurgitadas sendo que a mortalidade das larvas não teve ação acaricida por ser menos sensível a esses solventes.

    Para a utilização da torta da mamona, na prática, deve-se ainda agregar o valor da torta ao combate do carrapato por meio de alternativa natural. Ainda há a necessidade de mais estudos com diferentes concentrações para se observar possíveis novos efeitos tanto nos carrapatos como nas fêmeas, pois o atual estudo só foi desenvolvido nas fêmeas e nas larvas, isso por terem índice de infestação maior. (Emerson Marinho)

    VOCÊ SABIA QUE FÓSSEIS DE TATU DE 100 QUILOS FORAM ENCONTRADOS NO NORDESTE BRASILEIRO?

    É verdade! Um trio de pesquisadores acaba de descobrir os fósseis de uma espécie de tatu gigante que estavam misturados com materiais coletados na década de 1960 e guardados no Museu Câmara Cascudo do Rio Grande do Norte. Segundo eles, o tatu gigante que pesava 100 quilos é um parente distante dos tatus atuais que chegam a pesar no máximo 50 quilos.

    A descoberta traz pistas de como era a fauna gigante do Brasil pré-histórico. As observações se dão sobre os poucos fragmentos do animal como carapaça, vértebras e ossos dos membros.

    A pesquisa foi apresentada recentemente em forma de artigo na revista científica “jornal da paleontologia dos vertebrados”. Ela aponta as principais diferenças entre as espécies que se dá basicamente em relação à carapaça. A dos tatus atuais é bem articulada dando flexibilidade à armadura, como a do tatu-bola que pode se dobrar sobre si mesmo. A espécie de tatu mais antiga que se tem notícia chegava a ter o tamanho de um carro popular e não tinha qualquer tipo de articulação da carapaça. Já a nova espécie descoberta se encontra entre os dois extremos ela tinha apenas uma região com algum grau de articulação como uma dobradiça.

    Para os pesquisadores, apesar da falta de material para datação, acredita-se que o tutu batizado de p. Brasiliense tenha existido no final do período conhecido como a era do gelo compreendia entre 40 mil e 10 mil anos atrás.

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  • A PRODUTIVIDADE DE CULTIVARES DE MILHO EM ÁREA DE FRONTEIRA AGRÍCOLA NO MARANHÃO

    Todos os anos são lançadas no mercado brasileiro inúmeras variedades de cultivares, sendo necessária a realização de testes que indiquem quais são as mais adequadas para cada região.

    Com a pesquisa: “A produtividade de cultivares de milho em área de fronteira agrícola no Maranhão” o estudante de Agronomia da UFMA, Campus Chapadinha, Edivaldo Aguiar, buscou desenvolver estudo em uma região bastante nova e de expansão da cultura de grãos em nível comercial e também por haver poucas pesquisas específicas direcionadas para essa área.

    “Foi um experimento realizado com delineamento experimental que foi o Latsis no qual foi utilizado 56 cultivares de milho, incluindo híbridos, duplos, triplos e simples e também variedade de polinização aberta. Foram avaliados os parâmetros de rendimento de grãos para determinar qual a quantidade de grãos para saber qual a cultivare de melhor produtividade e seguir as análises estatísticas para avaliar as cultivares de modo geral”, descreve o pesquisador.

    Dados da pesquisa assinalam que alguns híbridos, incluindo um duplo em que a semente é bem mais barata que a do simples, obteve produtividade acima de 7000 quilos por hectare, o que é um nível bastante animador para os produtores da região, principalmente porque o máximo que os produtores conseguem colher de milho são 100 sacas por hectare, o mesmo que 6 toneladas de grãos por hectare.

    O pesquisador pretende levar os resultados de sua pesquisa ao Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Maranhão, Campus de Chapadinha onde serão apresentados os dados de produtividade que serão transmitidos aos produtores, informando-lhes quais as cultivares que tiveram melhor produtividade, e quais os tratos culturais adequados como a adubação, preparo de solo adequados, devem ter, para obter os demais fatores de produtividade. (Emerson Marinho)

    VOCÊ QUE A UFMA DESENVOLVE SISTEMA QUE MELHORAR O FORNECIMENTO DA ENERGIA ELÉTRICA?

    Com o aumento da população e o crescente consumo de energia elétrica residencial e até mesmo comercial por conta dos investimentos na área industrial, as distribuidoras de energia elétrica tem trabalhado para atender a padrões rígidos de confiabilidade e qualidade do fornecimento da energia elétrica, evitando multas que podem chegar a milhões de reais.

    Para atender a esta necessidade, um grupo de acadêmicos da universidade federal do maranhão desenvolve um sistema capaz de controlar a qualidade do serviço, de forma a ser supervisionada, avaliada e controlada pelas próprias companhias.

    O sistema tradicional analisa o desempenho e as projeções futuras. No entanto, qualquer variação do ambiente provoca falhas nas estimativas. O novo sistema tem a vantagem de prever índices de confiabilidade mesmo quando há mudanças nos parâmetros da rede elétrica.

    O objetivo é facilitar a tomada de decisão de engenheiro sobre a melhor alternativa técnico-econômica para o fornecimento de energia aos consumidores com níveis adequados de confiabilidade e menor custo.

    Os resultados já são divulgados na comunidade científica nacional e internacional.

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  • TARTARUGA NO MARANHÃO E SUA RELAÇÃO COM O HABITAT

    A carne de tartaruga é uma das iguarias mais disputadas desde a época colonial quando era servida nos grandes banquetes.

    Como o Maranhão possui uma grande quantidade dessas espécies e percebendo a necessidade de conhecer as espécies marinhas e de água doce, também chamadas de quelônios, a professora de Biologia da UFMA, Larissa Barreto, criou em 2005 o Projeto Quemar – Quelônios Aquáticos do Estado do Maranhão. Através do projeto, que conta hoje com cinco alunos dos cursos de biologia e oceanografia da UFMA, além da orientadora, já foram coletados dados das populações no Estado a fim de identificar a quantidade existente e a relação deles com o habitat.

    Randolfo Azevedo, um dos estudantes envolvidos com o projeto evidencia que “o projeto trabalha com tartaruga de água doce, fazendo estudo de população, dieta, estudos genéticos e das tartarugas marinhas é feito apenas monitoramento: encalhe e desova”.

    Mesmo com a caça regulamentada pelo IBAMA, em várias áreas do Estado ainda não há consciência ambiental de procurar um consumo sustentável e respeitar o espaço e equilíbrio do meio ambiente.

    Para amenizar a situação, alunos do projeto dão aulas em escolas da capital e do interior do Estado e palestras para os moradores das regiões atingidas.

    Para os pesquisadores as espécies aceitam um alto grau de poluição que traz efeitos para elas principalmente quando a poluição é constituída por metais pesados podendo trazer mutações genéticas, como já detectadas. Eles alentam ainda que se não houver um sistema de manejo e consumo sustentável nessas áreas as tartarugas correm risco de extinção. (Camila Pinto Bullosa)

    VOCÊ SABIA QUE FORAM DESCOBERTOS TÚMULOS EGÍPCIOS COM DOIS MIL ANOS NO EGITO?

    É verdade! Um grupo de arqueólogos egípcios acaba de descobrir dois túmulos com cerca de 2500 anos no sítio arqueológico de Saqara, próximo do Cairo, sendo os mais antigos já encontrados na região. Os dois mausoléus tem gravuras em vários de seus muros. Uma das duas construções é a maior já encontrada na região, contento vários corredores, quartos e salas. Na parte frontal do túmulo há duas fachadas, uma em deterioração e outra de tijolos.

    Também foram localizados dois quartos com material de construção e uma sala com ossadas e potes de cerâmica, além de ossadas de falcões em bom estado de conservação.

    O segundo mausoléu descoberto é bem menor que o primeiro, também é formada por várias salas onde estão depositadas vasilhas cerâmicas. Para os pesquisadores os túmulos foram utilizados em mais de uma ocasião e possivelmente foi depredado no século cinco depois de Cristo.

    Eles revelam ainda que esta descoberta é uma prova de que a região de Saqara, onde fica a pirâmide escalonada de Zoser, ainda guarda muitas surpresas.

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  • DESTINAÇÃO ECOLOGICAMENTE CORRETA PARA RESÍDUOS AGRÍCOLAS

    O Maranhão produz uma grande quantidade de resíduos provenientes de atividades agrícolas e madeireiras. Uma parte deste material é utilizada pelos próprios agricultores, no entanto, ainda resta uma quantidade expressiva do material sendo desperdiçada.

    Os professores, Cícero Bezerra, Sirlane Santana e Ildo da Silva, do Laboratório de Pesquisa de Física Inorgânica e Analítica da UFMA resolveram estudar uma destinação útil para esse material. A solução encontrada foi utilizar os resíduos como material absorvente, uma espécie de filtro para metais industriais e corantes têxteis, avaliando a potencialidade de vários lígneos celulósicos regionais como: casca de arroz, mesocarpo e epicarpo de babaçu, mesocarpo de coco verde como absorventes.

    O projeto Procad que recebe investimento da Capes e tem parceria da Unicamp, e da Universidade Federal de Sergipe, no primeiro momento trabalhou com a indústria de toalhas São Carlos em São Paulo que mandou alguns corantes utilizados no processo e também a água residual, sendo feito o estudo em laboratório da aplicação dos resíduos.

    Uma aplicação prática que foi encontrada para a absorção de metais não foi ainda em afluentes industriais, mas na remoção de cobre em aguardentes, no caso a tiquira. Como o cobre é indesejável nas aguardentes é segundo a legislação vigênte não pode ultrapassar 5ppms, então o material foi utilizado tanto na remoção do cobre de aguardentes como também na colação das tiquiras. (Camila Pinto Boullosa)

    VOCÊ SABIA QUE VIDEOGAME ESTIMULA HABILIDADES MENTAIS?

    É verdade! Para pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, o uso de videogames de forma regular ajuda a processar informações de forma mais rápida e precisa não só no jogo, mas também em situações reais.

    Após realizarem testes de tempo de reação em laboratório descobriram que alguns jogos eletrônicos podem trazer benefícios aos jogadores, principalmente nas habilidades visuais.

    De acordo com outros estudos sobre o assunto, o uso do videogame pode melhorar a cognição visual com a repetição, melhora o desempenho das habilidades de rotação mental e da memorial visual e espacial além da capacidade de realizar múltiplas tarefas ao mesmo tempo.

    Dentre os jogos citados na pesquisa destacam-se os jogos de ação que exigem processamento rápido de informação e ação imediata, levando os jogadores a tomar decisões em tempo mais curto do que na vida real.

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  • CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS MARISQUEIROS DO LITORAL MARANHENSE

    A ergonomia tem a função de adaptar o trabalhador à sua profissão de forma a respeitar os limites do seu corpo, os responsáveis pelo estudo na área tem a preocupação de melhorar significativamente a eficiência, a produtividade, a segurança e a saúde dos funcionários.

    Na UFMA, o Núcleo de Ergonomia e Processos de Produtos vem desenvolvendo pesquisas variadas, uma das mais importantes trata dos marisqueiros da Ilha de São Luís trazendo como título: A produção de mariscos no litoral maranhense: uma avaliação das condições de trabalho e do impacto ambiental no processo de comercialização, o foco da pesquisa são os catadores de ostras, sarnambis e sururu.

    Segundo o coordenador do estudo, Raimundo Lopes Diniz, do Departamento de Desenho e Tecnologia afirma que “a intenção da pesquisa é fazer uma avaliação sobre a produção de mariscos do litoral maranhense, essencialmente no processo de comercialização e entender dentro desse processo como é que está a atual condição de trabalho dos marisqueiros e também procurar entender como está a relação deste processo com possíveis danos ou algo que venha trazer alguma conseqüência ambiental”.

    O estudo se propõe a estudar todo o processo, desde a coleta pelo processo artesanal, descartes dos restos de mariscos, processo de limpeza e armazenamento e ainda a venda nos comércios, bares, nas praias e restaurantes. Uma das principais preocupações dos pesquisadores é com destino dos restos de mariscos.

    Até agora já foi feito o levantamento dos problemas ergonômicos e o mapeamento do processo de comercialização artesanal dos catadores de ostras das comunidades: Raposa, São José de Ribamar e Araçagi sendo apontado vários problemas de saúde e descontentamento pelos marisqueiros. (Camila Pinto Boullosa)

    VOCÊ SABIA QUE OS DINOSSAUROS SURGIRAM NA AMÉRICA DO SUL?

    É verdade! Estudo publicado recentemente na revista científica Science revela que os dinossauros surgiram na região que hoje é a América do Sul para em seguida se espalhar pelo mundo.

    Os pesquisadores chegaram a essa conclusão depois da descoberta de uma nova espécie de dinossauro, o Tawa Hallae, que preenche uma lacuna entre os grandes carnívoros do período jurássico, como o Tiranossauro Rex e o Velociraptor e seus ancestrais como o Herrerassauro descoberto na Argentina nos anos 60.

    Os fósseis do Tawa Hallae e de outras duas espécies foram encontrados bem conservados em um sítio no Novo México, nos Estados Unidos.

    Segundo os pesquisadores as espécies de dinossauros Tawa Hallae e seu ancestral Herrerassauro compartilhavam traços bastante parecidos, mas o primeiro possui características dos grandes carnívoros do período jurássico que estão ausentes no Herrerassauro.

    Isso sustenta a hipótese de que os dinossauros tenham surgido na América do Sul quando esta ainda era parte da massa continental chamada Pangéa.

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  • REPRESENTANTE DA UEMA FALA DA PARTICIPAÇÃO DA INSTITUIÇÃO NO PROJETO RONDON

    O Projeto Rondon é um plano de integração social proposto e coordenado pelo Ministério da Defesa, com a colaboração da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC). O projeto envolve atividades voluntárias de universitários, e busca aproximar os estudantes da realidade do país, para então contribuir com o desenvolvimento de comunidades carentes.

    Desde a sua criação em 11 de julho de 1967, o projeto realizou várias atividades de cidadania bem estar, desenvolvimento local, sustentável e gestão pública. Com isso houve o aumento da área de atuação e muitas comunidades foram beneficiadas com serviços sociais. Em 2009 os estados beneficiados foram a Paraíba e o Rio Grande do Sul, tendo a Universidade Estadual do Maranhão, como nos anos anteriores, atuado nesta edição. A UEMA esteve presente no município de Pocinhos, Paraíba entre os dias 17 de julho e 2 de agosto.

    Por meio de oficinas são desenvolvidas ações que deverão ser absorvidas pelos órgãos públicos para assumirem as atividades e que prolonguem o processo e que tenha continuidade. Dentre os assuntos ministrados estão: capacitação e fortalecimento da agricultura familiar e economia solidária, direito dos idosos, gestão de recursos humanos, capacitação de pedreiros e reciclagem de garrafa pet; essas são ações que primam por desenvolver ações a longo prazo, porque ensinam como essas pessoas podem usar coisas do dia-a-dia como podem ter contato com determinada atividade e como poderem aplicar futuramente e não só no imediato, devendo ser dada continuidade pela própria prefeitura.

    Em 2009 a UEMA foi uma das 84 faculdades selecionadas para o projeto Rondon. Para 2010 o projeto está com operação prevista para o Centro-Nordeste, atuando em estados como Minas Gerais. O edital já foi lançado e a UEMA mais uma vez se inscreveu para participar da seleção que envolve centenas de universidades. (Camila Pinto Boullosa)

    VOCÊ SABIA QUE CONSUMO DE REFRIGERANTES NA GRAVIDEZ PODE AUMENTAR O RISCO DE DIABETES GESTACIONAL?

    É isso mesmo! Estudo realizado na Universidade do Estado da Louisiana, nos Estados Unidos revela que a troca de bebidas alcoólicas por refrigerante realizada pelas gestantes durante as festividades do final do ano pode não ter sido a melhor escolha em relação à saúde.

    Para os pesquisadores envolvidos no estudo, o consumo excessivo de refrigerantes durante a gravidez pode aumentar o risco de diabetes gestacional.

    Após avaliar mais de 13 mil mulheres com pelo menos uma gestação no período de 1992 e 2001, os pesquisadores perceberam que as mulheres que consumiam cinco ou mais porções de refrigerantes à base de cola tinham 22% mais chances de desenvolver a diabetes gestacional do que as que bebiam menos de uma porção por mês.

    Segundo os pesquisadores o consumo dessas bebidas pode prejudicar as células produtoras de insulina no pâncreas principalmente devido ao metabolismo diferenciado durante a gestação. Eles recomendam no caso de ocorrem desejos, que se consuma moderadamente bebidas diet.

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  • PROJETO ATENDE AS COMUNIDADES PESQUEIRAS DA ESTIVA E COQUEIRO

    O Instituto Federal do Maranhão (IFMA), antigo CEFET-MA, teve projeto aprovado pelo Ministério da Educação e Cultura para desenvolver ações de sustentabilidade da atividade pesqueira nos bairro da Estiva e Coqueiro. O trabalho prevê a implantação de ações de educação ambiental nas escolas e a sensibilização nas colônias de pescadores, alertando para as conseqüências da pesca predatória, além de apresentar aos pescadores e aos seus familiares novas utilidades que cada tipo de peixe oferece.

    Durante as oficinas já foi identificado que em alguns tipos de pescarias são utilizados apetrechos de pesca predatório. A partir daí surge a necessidade de apresentar outras alternativas para o aproveitamento integral do peixe apresentando o beneficiamento do pescado, que é uma ação para agregar valor ao pescado e fazer o aproveitamento da pele, do couro do peixe que é um produto que não é explorado pelos pescadores, mas que são utilizados para desenvolver outros produtos (como: assessórios femininos, pulseiras, cordões de couro de peixe, até mesmo calçados) em vários locais do Brasil,.

    Outra preocupação dos pesquisadores é aumentar a renda familiar dos que vivem da pesca. O trabalho já foi iniciado com algumas mobilizações das comunidades, e sindicatos. Logo depois serão realizadas algumas oficinas e seminários e paralelamente será trabalhado e a sensibilização dos estudantes de ensino fundamental.

    Com o projeto se pretende, dependendo da resposta dos pescadores, tendo uma boa aceitação, que ele seja estendido a outras comunidades que vivam da pesca, a exemplo da Estiva e Coqueiro. (Camila Pinto Boullosa)

    VOCÊ SABIA QUE ESTE VERÃO SERÁ O MAIS QUENTE DOS ÚLTIMOS ANOS?

    É isso mesmo! Segundo o Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, órgão ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, o verão brasileiro promete ser mais quente do que o normal.

    As previsões meteorológicas destacam o norte, com o local onde a estação pode ser mais seca e com temperatura alta até março; situação a ser verificada também em grande parte do nordeste. Para as regiões sul e sudeste a tendência é de continuidade de grande volume de chuva, como foi constatado desde o mês de junho último.

    Os meteorologistas prevêem um período mais seco ainda para o norte e mais chuva para o sudeste, baseado nas características da atmosfera e a presença do fenômeno atmosférico-oceânico el niño, caracterizado por um aquecimento anormal das águas superficiais no Oceano Pacífico Tropical.

    Segundo os pesquisadores, o verão é caracterizado por dias mais longos do que as noites e costumam apresentar mudanças rápidas nas condições diárias do tempo resultando em chuvas de curta duração e de forte intensidade, principalmente à tarde.

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  • LEVANTAMENTO DA BIODIVERSIDADE EM RESERVA DE SÃO JOSÉ DE RIBAMAR – SÃO LUÍS - MA
    O crescente avanço do desenvolvimento em direção à Amazônia tem sido responsável pelo acelerado processo de destruição das paisagens do bioma da Floresta. Atividades agrícolas como pastagem e cultivo, incêndios florestais, construção de barragens, mineração e exploração de recursos de fauna e flora, resultam na perda de biodiversidade.
    Tal ação humana implica no que os especialistas chamam de fragmentação da Amazônia ou perda do habitat original, o que faz com que os animais tenham que se deslocar para outras áreas e se adaptar a novos hábitos.
    Zairon Marcel de Assis, acadêmico do curso ciências biológicas da UFMA, faz levantamento de répteis e anfíbios para perceber a tal realidade no contexto local pesquisando em reserva de São José de Ribamar na Ilha de São Luís, Maranhão, para perceber se as espécies são jovens, adultas ou sub-adultas e se vivem em suas áreas naturais.
    O levantamento de dados começou em setembro de 2008 e deve durar dois anos. O estudante e mais dois colaboradores objetivam perceber como a fragmentação da Amazônia interfere na estrutura populacional desses animais em diversos habitats e quais as conseqüências dessas modificações.
    Os resultados preliminares apontaram que alguns lagartos já se encontrar em risco de extinção o que pode prejudicar a cadeia alimentar aumentando a população de insetos, alimento desses animais, tornando-se vetores de doenças, como no caso da malária, já encontrada no local. (Camila Pinto Boullosa)
    Baixe o áudio aqui 


    VOCÊ SABIA QUE A EXPECTATIVA DE VIDA DOS MARANHENSES É A SEGUNDA PIOR DO PAÍS?
    O resultado foi obtido a partir da tábua completa de mortalidade da população do Brasil fornecida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE que apontou o Maranhão com expectativa de vida de 68,4 anos de média, só perdendo para o estado do Alagoas que tem média de 67,18 anos. Segundo o IBGE a expectativa de vida nacional tem média de 72,86 anos.
    De acordo com o sociólogo e professor da UFMA, José Alcântara, este resultado reflete a desigualdade social decorrente da má distribuição de renda e também das más condições de vida da população por consequencia da falta de água tratada, serviços médicos e infra-estrutura, dentre outros.
    O sociólogo aponta ainda, a pouca assistência das autoridades competentes, a corrupção no repasse de verbas para os serviços básicos como fatores que contribuem para a baixa expectativa de vida no Maranhão.
    O prof. José Alcântara finaliza evocando a população a exigir que os recursos públicos sejam empregados nos serviços destinados. Agindo assim, a população passa a exercer sua cidadania plena.
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  • ESTUDANTE REALIZA PESQUISA SOBRE A MACROFAUNA DOS RECIFES DO PARCEL DE MANUEL LUÍS
    Fabíola Piga, aluna do curso de Ciências Aquáticas da Universidade Federal do Maranhão, desenvolve o projeto de pesquisa intitulado: Identificação e Análise da Composição da Macrofauna Bêntica dos Recifes de Coral do Parque Estadual Marinho Parcel de Manuel Luís, Maranhão, Brasil. O parque Parcel de Manuel Luís fica localizado na costa norte de São Luís, Maranhão, constitui o maior abrigo de espécies marinhas e apresenta uma rica formação de bancos de corais da América do Sul.
    A estudante, em seu projeto de pesquisa, envolve a identificação e análise das espécies da Macrofauna bêntica dos corais através de expedições no parque Parcel de Manuel Luís e de estudos do material armazenado no Departamento de Oceanografia e Limnologia da UFMA. Os estudos mostraram que a diversidade da família e a composição taxonômica da Fauna bêntica do Parcel de Manuel Luís, apresenta semelhanças com a fauna dos corais brasileiros e do Caribe.
    Fabíola Piga está concluindo o seu projeto de pesquisa para a apresentação no SEMIC (Seminário de Iniciação Científica) de 2008. (GUILHERMINA ROCHA)
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    VOCÊ SABIA QUE DEPRESSÃO PODE SER FATOR DESENCADEANTE DO DIABETES?

    Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Juhns Hopkins descobriram que a depressão pode ser um dos fatores desencadeantes do diabetes tipo 2. Este tipo de diabetes é o mais comum e na maioria dos casos aparece com a obesidade e a vida sedentária. Esta doença se caracteriza por altos níveis de açúcar no sangue. No caso do diabetes tipo 2, o corpo desenvolve resistência à insulina ou não produz esse hormônio em um nível suficiente.
    O estudo divulgado pela revista diário da Associação Médica Americana investigou cerca de cinco mil pessoas entre 45 e 84 anos e descobriu que as que tinham sintomas de depressão enfrentavam um risco 42% superior em relação às que não tinham esse problema. Outro resultado da pesquisa é que quanto mais profunda a depressão, maiores os riscos da pessoa desenvolver o diabetes tipo 2. O estudo também levou em conta outros fatores como a falta de atividade física e o consumo de tabaco, entretanto os cientistas revelaram que o perigo de desenvolver diabetes era 34% superior em pacientes com depressão.

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  • OCUPAÇÃO URBANA COMO FORMA DE LUTA PELA MORADIA
    A falta de moradia é um dos problemas que tem assolado muitos habitantes da população maranhense. Consequentemente surgem diversas invasões e instalações que não apresentam as devidas condições de residências.


    A pesquisa da estudantes Taisse Cipriano do curso de Geografia d Ufma, estuda a ocupação urbana como forma de luta pela moradia e utiliza como objeto de estudo o residencial João Alberto.
    A principais dificuldades ao acesso à moradia e o crescimento urbano desordenado são ocasionadas pela desigualdade social e a má distribuição de renda gera a pobreza generalizada em São Luís.
    A pesquisa se mostra como um documento para auxiliar políticas públicas do governo à trabalho mais eficientes e os moradores para irem atrás de seus direitos.
    Dados colhidos pela pesquisadora revelam que dificuldades como cobranças muito alta, por parte da Companhia Energética do Maranhão - CEMAR do serviço prestado àquela população e também pela Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão – CAEMA que não abastece o bairro diariamente e não fornece uma rede de esgotos para a área, contribui para a não qualidade de vida da população.
    A pesquisa conclui que a luta pela moradia é a principal bandeira dessa população que se sente esquecida pelas autoridades. (Joliane Bimbato)








    VOCÊ SABIA QUE A BORRA DO CAFÉ PODE COMBATER O MOSQUITO DA DENGUE?


    É isso mesmo! Pesquisa realizada no Instituto de Biociências da Unesp em São José do Rio Preto, São Paulo, constata que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do mosquito Aedes Aegypti.
    Isto acontece porque a cafeína da borra de café altera a produção de enzimas no organismo das larvas. essas enzimas estão envolvidas em funções vitais do mosquito como reprodução, transporte de impulsos nervosos, desenvolvimento e a própria resistência a inseticidas químicos.
    A pesquisa realizada pela cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, durante sua dissertação de mestrado, revelou que a utilização da borra do café para combater o mosquito da dengue é bastante simples: deve-se colocar a borra nos pratinhos de coleta de água dos vasos, ou mesmo no solo, pois além de se misturar à água, ela pode ser utilizada como adubo ecologicamente correto.
    Para especialistas em saúde pública, a descoberta é bem vinda, uma vez que, além de combater a ameaça da dengue 3, que surge com as fortes enxurradas de final de ano, pode combater outra ameaça, que vem do exterior: a dengue do tipo 4.


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