• HISTÓRICO RÁDIO CIÊNCIA
    O MAIS ANTIGO PROGRAMA DE RÁDIO JORNALISMO DO BRASIL AINDA EM ATIVIDADE

    O Rádio Ciência é um programa de divulgação científica que difunde as pesquisas científicas realizadas nos centros de ensino superior e instituições de ensino que produzem pesquisas no Maranhão. Ele surge para “preencher uma lacuna no radialismo praticado, que negligenciava completamente os temas científicos. Imagine: uma rádio, dentro da universidade, que não aborda a produção científica. Um paradoxo!” (COLOMBO, 2009)*
    O Rádio Ciência é o programa de divulgação científica mais antigo do rádio maranhense e o também do Brasil, se considerarmos estar ainda em atividade. As ressalvas se faz nos seguintes casos: José Reis**  já produzia vários programas de rádio de divulgação científica em meados do século passado, mais precisamente em 1951, na Rádio Excelsior; os programas “Tome Ciência” e o “Encontro com a Ciência” veiculados pela Rádio USP foram produzidos entre os anos de 1984 e 1989 pelo convênio SBPC, Rádio USP, Rádio Cultura e CNPq; o programa “E por falar em ciência” veiculado pela Rádio MEC em parceria com a UFF, ficou no ar entre os anos de 1992 e 1997; o programa Ciência em Debate foi veiculado pela Rádio Unesp-FM de Bauru surgindo em junho de 1996 sendo veiculado até fevereiro de 1999.
    Sendo assim, o programa Rádio Ciência é o mais antigo programa de divulgação científica no rádio brasileiro ainda em atividade, fato reconhecido pelo Ministério da Ciência e da Tecnologia.
    Segundo Franklin Douglas, jornalista, professor universitário e produtor do programa, revela que teve contato com um programa na Amazônia (não foi possível identificar esse programa) durante o Seminário Ouvir Ciência***  ocorrido entre os dias 20 e 26 de outubro de 2008, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em Minas Gerais, que seria mais antigo que o Rádio Ciência, “mas ele não é exatamente de divulgação científica, ele é um programa focado na produção popular”****.

    SURGE O RÁDIO CIÊNCIA

    O Rádio Ciência surge no ano de 1995 durante a quadragésima quinta reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC. Sua proposta era fazer a cobertura das atividades da reunião da SBPC que naquele ano aconteceu em São Luís na Universidade Federal do Maranhão.
    O programa foi proposto à Rádio Universidade pelo jornalista Adalberto Melo que convidou uma equipe de estudantes dentre eles, Francília Cutrim e Laurene Leite. O programa, que tinha Adalberto como apresentador e as estudantes como repórteres, entrou no ar uma semana antes da SBPC que aconteceu entre os dias 9 e 14 de julho como Tema: “Ciência e desenvolvimento auto-sustentável”, e ficaria no ar por quase duas semanas depois da reunião. 
    No ano seguinte o programa é retomado, mas logo voltaria a ser interrompido. Em1997, a professora Andréa Viana assume a coordenação do programa por conta do vínculo que ela tinha com a universidade como professora substituta ficando na produção do Rádio Ciência até 1998 quando o seu contrato chega ao final. Durante este período o programa assume um caráter de programa científico como projeto de extensão trazendo matérias e entrevistas gravadas veiculadas no horário do meio-dia.
    No dia 18 de outubro de 1999 o programa Rádio Ciência vai enfim ser retomado, desta vez ininterruptamente, pelo jornalista Franklin Douglas. “O programa foi proposto também por mim enquanto professor substituto do curso de comunicação como um projeto que envolvia tanto docentes, quanto alguns alunos da área de jornalismo e de radialismo e o próprio curso o aproveitou diante de uma avaliação do MEC para oficializá-lo como projeto de extensão.” (DOUGLAS, 2009. Em depoimento oral)

    A FASE ININTERRUPTA

    Segundo Franklin Douglas, o programa foi retomado em 1999 entre os dias 18 e 22 de outubro, na semana em que o Departamento de Serviço Social realizava uma jornada sobre o pensamento político de Gramsci: “Então a gente botou a pergunta, você sabe quem foi Gramsci? E pedia para o ouvinte participar respondendo e concorrendo a um livro. E a gente viu que ninguém nos retornou. O programa acontecia às duas horas da tarde e o nosso
    público alvo estava no ônibus indo para a Universidade não tendo a possibilidade de interação, foi aí que nós mudamos, tiramos essa interatividade” (DOUGLAS, 2009, em entrevista oral).
    Nesta nova fase, sob a coordenação do jornalista e produtor Franklin Douglas, o programa Rádio Ciência, passa a ter o formato que praticamente se mantém até hoje, boletim jornalístico de divulgação da ciência, congregando o: agenda, reportagem e o Você Sabia?*****.
    O primeiro quadro, Agenda, objetiva apresentar, como o próprio nome sugere, eventos (seminários, congressos, encontros, palestras, cursos, e outros) realizados pelas instituições de ensino do Estado de interesse do público alvo do programa e da Rádio Universidade FM, que em sua maioria são acadêmicos, ou ex-acadêmicos. No quadro Reportagem é focado, sobretudo, as produções e os resultados das pesquisas, seja divulgando os projetos de extensão, seja as comunicações de painéis e comunicações orais nos seminários de iniciação científica da UFMA, seja de produções acadêmicas realizadas no âmbito da Universidade e instituições de pesquisa. “(O Rádio Ciência) É identificado especificamente por isso, e é esse o atrativo que ele acaba tendo como programa de divulgação da ciência maranhense”. (DOUGLAS, 2009. Entrevista oral)
    E por fim, o Você Sabia? que é o quadro que objetiva interagir com um público menos segmentado, como o púbico do ensino médio, ou o mais geral que não faz parte da Universidade, mas que está em torno do que é a produção de conhecimento, e quer saber algo mais, ou ainda assuntos curiosos ou de grande interesse sobre a ciência.

    FORMATO DO RÁDIO CIÊNCIA

    O Rádio Ciência, a partir de 2005, tem o seu tempo reduzido, se antes ele tinha cerca de 30 minutos, passa a um formato de cinco minutos veiculado duas vezes ao dia de segunda à sexta-feira. O programa vai ao ar as 7h55, às 14h ele é reprisado. O Rádio Ciência se propõe agora a cobrir os seminários e atividades que a universidade produz.
    Esse formato permanece nos últimos dez anos com poucas mudanças, nos últimos quatro anos, foi adotado um modelo para às segundas e sextas-feiras que se constitui de agenda, informes sobre as diversas atividades realizadas no âmbito da comunidade científica do Estado, e do país, e conclui com o você sabia?; desde o mês de março de 2010 foi criado o quadro Entrevistas, apresentado às quintas-feiras, quando um pesquisador é chamado a apresentar a sua pesquisa de forma mais direta ao público, sem muita interferência do entrevistador que serve apenas para direcionar à entrevista. Um dos principais objetivos do quadro é levar o ouvinte interessado em determinado tema a se aprofundar no tema acompanhando a entrevista na íntegra no blog.
    Esses ajustes de conteúdo vão acontecer em função das condições de produção do programa: nos meses que havia mais estudantes disponíveis para fazerem as reportagens, o programa trazia durante a semana mais matérias (incluindo segunda e sexta-feira), quando tinha menos disponibilidade de estudantes, acaba ficando um “programa mais frio”, com agenda, informe e você sabia? nas segundas e sextas-feiras.

    O PÚBLICO ALVO

    O público alvo do Rádio Ciência é a comunidade científica, o público universitário, desde o estudante envolvido diretamente ou indiretamente nas pesquisas, ao professor/pesquisador/orientador da pesquisa ou não. Entretanto, não deixa de privilegiar aquele que é o ouvinte da Rádio Universidade, um público mais universal, por esse motivo o programa foi dividido em dois: “Um é voltado mais para a parte científica, divulgação do projeto da pesquisa (reportagem, agenda, informes), e outra mais para o “Você Sabia?” curiosidade, procurando interagir com este público médio, digamos assim, que ouvia o rádio”. (DOUGLAS, 2009. Entrevista oral)

    A EQUIPE

    Quando o Rádio Ciência foi retomado, em 1999, se constituía de uma equipe de um professor, que era o seu produtor/apresentador, Franklin Douglas, e uma equipe de cinco estudantes que faziam as reportagens: Andréa Collins, Déborah Maria Ferreira, Francisco Colombo, Gerailton Sages, Lee Shang Shuen Cristina e Jean Marcelo. Na época, o programa era apresentado por uma voz masculina e uma feminina, uma das repórteres era deslocada para a apresentação. Esses cinco estudantes demarcaram o início da nova fase do Rádio Ciência.
    A partir de então, muitos repórteres passam pelo programa sobre o critério de estar no segundo ou terceiro período, e ter uma certa proximidade com a produção científica. Eles ficam no programa por um, ou dois anos onde são trabalhados através de produção de reportagens de divulgação científica e, sobretudo voltando-se para entender o que é o texto de divulgação científica, do jornalismo científico e de divulgação da ciência. Para a coleta de material participam de eventos “como a SBPC regional, as SBPC’s nacionais, como o Fórum Social Mundial, como eventos de produção da ciência local como SEMIC da UFMA e da UEMA. (DOUGLAS, 2009. Entrevista oral).
    Muitos outros repórteres passariam pelo Rádio Ciência ao longo de sua existência, como destaca o ex-radio cientista e professor universitário Francisco Colombo: Muitas pessoas estiveram na equipe, porque era um espaço pra dar oportunidade, principalmente, imagino eu, àqueles que estavam foram dos "padrões" da Rádio, mas que tinham competência e dedicação para oferecer. Afinal de contas, por mais que o jornalismo possa ser compreendido como uma técnica, na realidade nos deparamos com um problema seríssimo, que é a falta de afinidade com o assunto por parte de muita gente, que acaba "não entendendo" e consequentemente não conseguindo fazer a mediação. (COLOMBO, 2009, em resposta por e-mail)
    Dos integrantes que fizeram parte da equipe do Rádio Ciência ao longo da sua existência e que puderam ser resgatados através da consulta de documentos e depoimentos cita-se: Adalberto Melo, idealizador do programa; Francília Cutrim e Laurene Leite, as primeiras repórteres do programa, Franklin Douglas, retomou o programa e se mantém até hoje como produtor e apresentador; Andréa Cristine Colins Martins, Li Cristina, Déborah Maria, Francisco Colombo, Gerailton Sarges, Karla Freire, Mayanna Estevanim, Marcelo Batalha, Fernando Formiga, dentre outros.

    A ÚLTIMA DÉCADA

    Em 2005, numa tentativa de organizar os materiais produzidos pelo programa, além dos contatos dos entrevistados, foi convidada uma estudante da habilitação de Relações Púbicas, Camila Chaves, que pela incompatibilidade de horário entre ela e o produtor, Franklin Douglas, não seguiu adiante.
    Na mesma época entraram para a equipe, Kássia Brito, Rafaela Vidigal e algumas semanas depois, Emerson Marinho (que dois anos mais tarde passaria a co-produtor do programa). Antes desses, Wesley Grijó atuava como único repórter do programa.
    Posteriormente passariam pelo programa, Rafael Carvalhêdo, Josely Sodré, Joliane Bimbato, Marina Farias, Jerry Del Marh e Nilra Barros (estes dois últimos ainda estão no programa) e por fim Camila Pinto Boullosa, que no último semestre de 2009 realizou o seu estágio curricular no programa.

    UMA GERAÇÃO DE JORNALISTAS

    O Rádio Ciência formou uma geração de jornalistas dentre as quais cita-se: Clarissa Gomes, Karla Freire, Mayanna Estevanin e Tatiana Gonçalves, que atuam ou atuaram na Tv Mirante; Andréa Collins, 2º Tesoureiro da Associação Maranhense Imprensa – AMI; Fernando Formiga (falecido) era coordenador de Comunicação da Procuradoria Geral de Justiça do Estado. Francisco Colombo, servidor público, concursado – exerce atividade profissional no ministério público estadual como analista ministerial – é radialista e professor do curso de publicidade da Faculdade São Luís, lecionando no curso de jornalismo.
    Dos mais recentes cita-se: Rafaela Vidigal, que atualmente exerce atividade profissional na TV Brasil – Maranhão; e Cássia Brito, no jornal O Imparcial de São Luís - MA.

    AS PREMIAÇÕES

    Das premiações recebidas pelo Rádio Ciência destaca-se o Prêmio Fapema******* , que das quatro primeiras edições foi premiado nas três primeiras. A primeira aconteceu na data do seu lançamento, em 2005, com a série “Saúde Verde”, produzida por Franklin DOUGLAS, que
    trazia uma série de reportagens com a Terezinha Rêgo********  que descrevia várias experiências relacionadas à tratamentos fitoterápicos. No ano seguinte, a repórter, Rafaela Vidigal, recebeu o prêmio com a matéria “Estudo sobre o Efeito do Mesocarpo do Babaçu” na categoria Radiojornalismo. E em 2008, o Rádio Ciência recebe sua terceira premiação na quarta edição do Prêmio com o repórter Israel De Napoli e a matéria: “Pesquisa desenvolve software de auxílio a deficientes visuais”, também na modalidade Radiojornalismo.

    * Afirmação do ex rádio-cientista, Francisco Colombo obtida por e-mail em 15 de junho de 2009, para a produção da monografia: Tipologias de Difusão Científica e a Construção do Conhecimento nos Textos Rádio-Jornalísticos: Estudo de caso do programa rádio ciência.
    ** José Reis (Rio de Janeiro, 12 de junho de 1907 — São Paulo, 16 de maio de 2002) foi um cientista brasileiro, jornalista especializado em divulgação da ciência, editor e escritor. Um dos fundadores da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Fonte: Wikipédia.
    *** O Projeto Ouvir Ciência é realizado por meio de uma parceria entre a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o Departamento de Popularização e Difusão de Ciência e Tecnologia/SECIS/MCT, com a colaboração do Museu da Vida/Fiocruz. Tem a intenção de ajudar a mudar o quadro da Ciência no rádio. A idéia surgiu no evento Rádio e Ciência, um encontro realizado em junho do ano passado, em Brasília, organizado em conjunto pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Radiobrás e Rádio MEC. Fonte: http://semanact.mct.gov.br/index.php/content/view/2076.html. Acesso: 13 de junho de 2009.
    **** (DOUGLAS, 2009. Em depoimento oral).
    ***** No mês de março é criado o quadro Entrevista, que passa a ser apresentado todas as quintas-feiras.
    ****** Fernando Cardoso Ferreira, o Fernando Formiga, faleceu no dia 12 de janeiro de 2009 após cair acidentalmente da cobertura do edifico onde morava em São Luís.
    ******* A FAPEMA é o órgão de fomento do Governo do Estado do Maranhão, responsável direta pelo apoio concedido à boa parte das pesquisas realizadas pelo Estado. A FAPEMA, dentre todas as FAP’s do Brasil, foi a primeira a lançar, em 2005, o Prêmio FAPEMA, iniciativa para divulgar os resultados das pesquisas, premiar e reconhecer publicamente os pesquisadores. Fonte: http://www.fapema.br/ premio2008/site/index.php. Acesso em: 14 de junho de 2009
    ******** Reconhecida internacionalmente a doutora em Botânica e Fitoterapia, Terezinha Rêgo, é professora da Universidade Federal do Maranhão. coordena o Programa de Fitoterapia, na UFMA. Atualmente coordena o Programa de Fitoterapia, na UFMA, visando à melhoria da qualidade de vida de diversas comunidades e presta atendimento no seu consultório no Campus da UFMA. Em São Luís, trabalha para as comunidades da Vila Padre Xavier, São Bernardo, Colégio Liceu Maranhense, Colégio Pequeno Príncipe, Colégio Gonçalves Dias, Casa da Família Rural da Maioba e Pirâmide. O seu trabalho estende-se também aos municípios de Alcântara, Cururupu, Cajapió, Governador Nunes Freire, Itapecuru, Lago da Pedra, Presidente Dutra e Timbiras. Fonte: www.jornalcazumba.com.br/index.php?Itemid=33& id=438&option=com_ content&task=view. Acesso em: 14 de junho de 2009

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  • Videos: Tome Ciência!
    Você encontra aqui os vídeos mais interessantes que retratam os fatos mais incríveis do mundo da ciência.



    Pretendemos trazer a cada semana um vídeo selecionado entre os grandes filmes já disponíveis na net.Esperamos que você possa se deliciar com os mistérios da natureza que a ciência desvenda a cada dia. Acesse outros vídeos aqui.



    Boa sessão!!!!!!!



    VIAGEM FANTÁSTICA

    Neste vídeo trazemos um dos vídeos apresentados no Fantástico da Rede Globo na Série Viagem Fantástica apresentada pelo Dr. Drauzio Varella. Neste vídeo são apresentados os primeiros anos da vida dos seres humanos e como o organismo reage frente aos microorganismos infecto-contagiosos que provocam doenças, muitas vezes, fatais.


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  • Videos: Tome Ciência!
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    2012: O FIM DO MUNDO SEGUNDO O LIVRO PERDIDO DE NOSTRADAMUS

    Documentário do The History Channel em Portugues apresentar uma análise de cientistas às profecias feitas por Nostradamus nO livro perdido de Nostradamus sobre o fim do mundo em 2012.
    O vídeo faz uma análise em detalhes dos desenhos feitos pelo profeta que explicam os desastres naturais que vem ocorrendo com frequencia na atualidade e eventos naturais que confirmam as profecias de outras culturas, como a Maia que comprovam o fim do mundo em 2012.  




    COMO SE CONTRAI A GRIPE?

    Você já imaginou como o vírus da gripe invade o organismo humano?
    E como ele se reproduz?
    Por meio desta animação produzida pela Equipe da XVIVO para uma empresa de pesquisa chamada Zirus e disponibilizada no Youtube você vai poder visualizar todo o trajeto que um vírus faz, da contaminação de um novo hospedeiro e como ele faz para transmitir o seu código de informações para que uma célula infectada possa criar novos vírus.
    É importante salientar que a animação, apesar da riqueza de detalhes, de formatos e cores deve ser encarada apenas como uma simulação das reações do que se passa no organismo humano, pois todo o processo ocorre em meio completamente escuro, com organelas praticamente transparentes.
    Além disso, todo o processo que você vai ver, se realiza na vida real em velocidade incrivelmente rápida, apenas frações de segundos. Você vai poder ver na animação, todo o processo de contaminação de um indivíduo por meio do vírus da gripe, com riqueza de detalhes e de forma muito lenta.


    O NASCIMENTO DO SISTEMA SOLAR






    Primeiro dos cinco vídeo produzido pela National Geographic que mostram os eventos que levaram à formação do nosso sistema solar. Os avanços tecnológicos dos últimos cinquenta anos tenta desvendar os mistérios que existem por trás desse fenomenal evento.




    FILOSOFIA DA CIÊNCIA

    Um vídeo que nos leva à reflexão sobre a ética na ciência.
    Assista e pare para refletir sobre os rumos da nossas pesquisas científicas, para o bem e para o mal.










    CRIAÇÃO DE CÉLULA ARTIFICIAL REVOLUCIONA A CIÊNCIA


    As células sintéticas podem revolucionar a forma como produzimos energia, alimentos daqui a 10 ou 20 anos.
    A descoberta desta célula foi feita por pesquisadores americanos anunciando uma revolução na História da Ciência. A célula, dita artificial, é apresentado como algo extraordinário.
    Confira toda essa historia no vídeo a seguir.




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  • NO CORAÇÃO DA PRAIA GRANDE: REPRESENTAÇÕES SOBRE A NOÇÃO DE PATRIMÔNIO NA FEIRA DA PRAIA GRANDE, SÃO LUÍS - MARANHÃO A Praia Grande, antigo Centro Comercial de São Luis, traz em suas ruas, becos, travessas e escadarias a memória de um tempo de esplendor e opulência.
    A mestranda Raquel Noronha realizou dissertação de mestrado intitulada “No Coração da Praia Grande: Representações Sobre a Noção de Patrimônio na feira da Praia Grande, São Luís - Ma” com o intuito de mapear as representações da Praia Grande, a partir da análise dos discursos e práticas dos feirantes deste local, e também dos gestores da cidade.
    Durante a pesquisa a mestranda analisou as diferentes posições no espaço social e as formas de reprodução das estratégias de legitimação política dos seus agentes em dois momentos históricos da atuação pública na preservação patrimonial de São Luís: a implantação do Projeto Praia Grande e o atual momento de organização do Núcleo Gestor do Centro Histórico. A partir destes dois momentos, Raquel Noronha analisa as diferentes posições no espaço social e as formas de reprodução das estratégias de legitimação política dos seus agentes. A dissertação é uma etnografia sobre o que se diz e o que se faz quando o assunto é patrimônio no centro antigo de São Luís.
    Com este trabalho, Raquel explora o conhecimento inovador que resulta da interface direta entre Design e Antropologia apresentando-se como uma experiência interdisciplinar. (Emerson Marinho)



    VOCÊ SABIA QUE CIENTISTAS CRIARAM EMBRIÃO PARTE HUMANO E PARTE BOVINO?

    Cientistas da universidade de New Castel, Reino Unido criaram em laboratório pela primeira vez um embrião híbrido sendo 99,9% humano e apenas 0,1% bovino. A intenção da pesquisa é desenvolver novas células-tronco para tratamento de doenças como Mal de Parkinson e Diabetes.

    Os resultados da pesquisa foram apresentados em uma conferência em Israel, entretanto ainda não foi publicada em nenhuma revista científica.

    Os cientistas envolvidos com a pesquisa afirmam que os resultados preliminares são válidos, mesmo que os embriões que deveriam permanecer vivos por até seis dias, sobreviveram apenas 3 no tubo de ensaio. Após o sexto dia seria possível extrair células-tronco embrionárias capazes de se diferenciar em vários tecidos.

    Você sabia? Tome ciência!

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  • MARANHÃO, BRASIL LUTA DE CLASSES REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA E UMA NOVA RODADA DE TRANSNACIONALIZAÇÃO DO CAPITALISMO
    No final da década de 70 o maranhão passa a se inserir numa conjuntura de crise do capitalismo, graças aos grandes projetos de desenvolvimento que chegam ao estado nesta época.
    A professora da Uema, Zulene Munins Barbosa, com a finalidade de analisar os impactos desses projetos junto às classes trabalhadoras no Maranhão e como Estado se insere nessa fase de transnacionalização ou globalização, realizou a pesquisa que resultou no livro: Maranhão, Brasil: Luta de Classes, Reestruturação Produtiva e uma Nova Área de Transnacionalização do Capitalismo.
    Segundo a pesquisa, durante o governo da Oligarquia Sarney foi dada ênfase à modernização. Do outro lado as classes trabalhadoras, e os movimentos sociais implementaram um projeto popular que ficou subsumido não tendo uma hegemonia. Ainda hoje esse projeto popular é resgatado através de uma resistência histórica, diferente daquele do tempo da ditadura, por ter outros instrumentos democráticos, que permitem que a população possa ter acesso a instrumentos para barrar aquilo que é destrutivo.
    Para a professora, havia de um lado, a estruturação de um capitalismo industrial no Maranhão ainda nos moldes fordistas e teyloristas na década de oitenta e do outro lado um crescimento muito grande dos movimentos populares na década de oitenta.
    De acordo com a pesquisadora, há um contraste entre a modernização e o atraso no estado. Depois de quarenta anos de um discurso fortíssimo de que tudo que é moderno no maranhão foi trazido pela oligarquia, ao mesmo tempo se tem no estado um dos mais baixos índices de desenvolvimento humano do país.
    O contraste entre a modernização e o atraso é dialético, já que vai servir para reestruturar a oligarquia e fazê-la reciclar o seu discurso.
    O livro autora Zulene Munins Barbosa está disponível em stand permanente no departamento de ciências sociais na Uema. (Emerson Marinho)





    É isso mesmo ! Depois de analisar vasos de cerâmica de mais de 3000 anos, encontrados em Honduras, cientistas americanos descobriram que bebida fermentada feita com a poupa fermentada da fruta do cacau, era armazenada nos vasos. Entretanto, afirmam os pesquisadores, os nativos não utilizavam a semente como matéria prima principal para o preparo da bebida, mas sim, como uma espécie de fermentado alcoólico parecido com a cerveja produzida com a polpa fermentada da fruta do cacau. A descoberta só foi possível devido a vestígios de uma molécula encontrada nos vasos existentes apenas em compostos derivados do fruto.
    Publicado na revista Pnas, o estudo revela que ao preparar a bebida fermentada os nativos da América Latina descobriram a matéria prima do chocolate que vem da semente torrada e moída do cacau. O fruto da Amazônia, na época, foi muito utilizado pelos nativos como moeda. Em outros locais a bebida feita de chocolate tinha papel social e religioso. Para os Astecas ela era conhecida como água amarga. O chocolate foi descoberto pelos espanhóis no século XVI e levada à Europa. Ali foi misturada ao leite e logo depois se espalhou por todo o continente.
    Você sabia? Tome ciência!

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  • SYNCHROTALK: UMA FERRAMENTA SÍNCRONA PARA ENSINO A DISTÂNCIA
    A educação em nossa sociedade é, cada vez mais, uma exigência. O ensino à distância ou educação à distância surge com o objetivo de suprir as necessidades das comunidades mais afastadas dos centros e que precisam deslocar professores provenientes das grandes cidades.

    Com o advento dos computadores e das redes de comunicação, uma das ferramentas de baixo custo utilizada para suprir esta necessidade é o chat ou bate-papo, que permite reuniões virtuais entre estudantes e professores.

    Objetivando apresentar uma ferramenta para auxílio no ensino a distância, o acadêmico do CEFET-MA, Berto de Tácio Gomes desenvolveu a pesquisa: Synchrotalk: uma ferramenta síncrona para ensino a distância. O Synchrotalk é um sistema de bate-papo para educação à distância. O caráter inovador do software é a disponibilidade de mecanismos que permitem aos tutores coordenarem as aulas que ministram.

    A ferramenta além de permitir recursos normais de comunicação à distância, possui mecanismo de sincronização que permite uma melhor organização dos encontros virtuais. Seus recursos de controle não permitem que várias pessoas falem ao mesmo tempo.

    A ferramenta Synchrotalk ainda precisa ser testada por meio de aulas à distância em diversas disciplinas para verificar a sua eficiência e encontrar soluções aos possíveis problemas. Analisando o ponto de vista tecnológico, a ferramenta oferece a possibilidade de funcionamento em qualquer sistema operacional, possibilitando aos envolvidos experiências nas novas tecnologias disponíveis. (EMERSON MARINHO)


    VOCÊ SABIA QUE DUAS COLHERES DIÁRIAS DE AZEITE IMPEDEM O SURGIMENTO DA “BARRIGUINHA”?

    Estudo realizado por especialistas de Universidades da Espanha e Inglaterra revela que a ingestão diárias de duas colheres das de sopa de azeite evitam o acúmulo de gorduras na região abdominal, a indesejável barriguinha. O consumo do azeite extra virgem, fornece 77% de gordura monoinsaturada, 14% de saturada e 9% de polinsaturada, o que torna o óleo mais saudável em relação aos outros, além de fortalecer o sistema imunológico.

    Isto acontece porque, enquanto os outros óleos são produzidos a partir das sementes, o azeite é o único óleo extraído da fruta, no caso da azeitona.

    A pesquisa publicada na revista Diabetes Care, da Associação Americana de Diabetes, acompanhou pacientes com gordura abdominal acumulada que receberam, por um período de um mês, três tipos de dietas: uma baseada em gordura saturada, a segunda com monoinsaturada e a última com carboidratos. A conclusão da pesquisa foi que uma dieta rica em gorduras monoinsaturadas retrai a distribuição da gordura na região da barriga. O azeite de oliva sendo rico em gorduras monoinsaturadas, também ajuda a elevar o colesterol "bom" e a reduzir o colesterol "ruim".

    Estudos anteriores já revelavam que a ingestão diária do azeite extra-virgem diminui riscos de doenças cardiovasculares, diabetes, gastrites, hipertensão, dores, osteoporose e até mesmo o câncer.

    Você Sabia? Tome Ciência!

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  • OCUPAÇÃO URBANA COMO FORMA DE LUTA PELA MORADIA
    A falta de moradia é um dos problemas que tem assolado muitos habitantes da população maranhense. Consequentemente surgem diversas invasões e instalações que não apresentam as devidas condições de residências.


    A pesquisa da estudantes Taisse Cipriano do curso de Geografia d Ufma, estuda a ocupação urbana como forma de luta pela moradia e utiliza como objeto de estudo o residencial João Alberto.
    A principais dificuldades ao acesso à moradia e o crescimento urbano desordenado são ocasionadas pela desigualdade social e a má distribuição de renda gera a pobreza generalizada em São Luís.
    A pesquisa se mostra como um documento para auxiliar políticas públicas do governo à trabalho mais eficientes e os moradores para irem atrás de seus direitos.
    Dados colhidos pela pesquisadora revelam que dificuldades como cobranças muito alta, por parte da Companhia Energética do Maranhão - CEMAR do serviço prestado àquela população e também pela Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão – CAEMA que não abastece o bairro diariamente e não fornece uma rede de esgotos para a área, contribui para a não qualidade de vida da população.
    A pesquisa conclui que a luta pela moradia é a principal bandeira dessa população que se sente esquecida pelas autoridades. (Joliane Bimbato)








    VOCÊ SABIA QUE A BORRA DO CAFÉ PODE COMBATER O MOSQUITO DA DENGUE?


    É isso mesmo! Pesquisa realizada no Instituto de Biociências da Unesp em São José do Rio Preto, São Paulo, constata que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do mosquito Aedes Aegypti.
    Isto acontece porque a cafeína da borra de café altera a produção de enzimas no organismo das larvas. essas enzimas estão envolvidas em funções vitais do mosquito como reprodução, transporte de impulsos nervosos, desenvolvimento e a própria resistência a inseticidas químicos.
    A pesquisa realizada pela cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, durante sua dissertação de mestrado, revelou que a utilização da borra do café para combater o mosquito da dengue é bastante simples: deve-se colocar a borra nos pratinhos de coleta de água dos vasos, ou mesmo no solo, pois além de se misturar à água, ela pode ser utilizada como adubo ecologicamente correto.
    Para especialistas em saúde pública, a descoberta é bem vinda, uma vez que, além de combater a ameaça da dengue 3, que surge com as fortes enxurradas de final de ano, pode combater outra ameaça, que vem do exterior: a dengue do tipo 4.


    Você sabia? Tome ciência!

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  • GÍRIAS NO UNIVERSO JUVENIL
    As gírias são recursos lingüísticos amplamente utilizados, mas que tem mais forças entre jovens e adolescentes. Para responder a indagação se essa forma de expressão é marginalizada, além de utilizar a pesquisa como forma de quebrar preconceitos lingüísticos, o estudante de letras da UFMA Hernane Araújo faz investigação e análise das gírias no universo juvenil.
    Após fundamentação teórica e trabalho de campo investigando trinta e seis alunos de três escolas da periferia de São Luis foram aplicados questionários divididos em duas partes, uma diz respeito à fatores sociais e outra à linguagem. Esses fatores sociais foram relacionados com a linguagem para saber como esses jovens interagem na construção da expressão deles.



    Segundo o autor é fundamental observar a interação da questão social com a do gênero, pois desta forma é mais fácil perceber a construção das expressões lingüísticas. A pesquisa revelou que há uma tendência à uniformização da linguagem do homem e da mulher que fazem parte do mesmo grupo, esse léxico tem certas divergências já que tratam de pessoas de sexo diferente, que tem expressividade diferente.
    A classe social não interfere na utilização das gírias entre jovens e adolescentes. A pesquisa conclui que a gíria é uma linguagem que faz parte da língua, que não deve ser ignorada e que não deve ser tratada como uma anomalia lingüística. (Josely Sodré)



    VOCÊ SABIA QUE CIENTISTAS AMERICANOS DESENVOLVERAM TESTES PARA DETECTAR ALZHEIMER?
    Cientistas americanos da universidade de Stanford, Estados Unidos, desenvolveram testes com precisão por volta de 90 por cento, capazes de distinguir, através do sangue, se uma pessoa é portadora ou não da doença. Com precisão em torno de 80 por cento, o teste previu, em pacientes com perda leve de memória, quais desenvolveriam a doença passados de dois a seis anos após o teste.

    O estudo publicado online no jornal Nature Medicine, ainda é considerado preliminar por especialistas da área. Eles acreditam que estudos maiores devam ser realizados e que ele deva ser validado por outros pesquisadores. Para eles isto evitaria mais decepções como já aconteceu no passado.



    Mas os especialistas não descartam a necessidade de um teste para detectar a doença de Alzheimer. A verdadeira utilidade de um teste seria a de desenvolver produtos capazes de desacelerar ou interromper a progressão da doença.


    VOCÊ SABIA? TOME CIÊNCIA!

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  • EDUCAÇÃO POPULAR: UMA ALTERNATIVA PARA A EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS
    A violação dos Direitos Humanos é pauta corriqueira da mídia brasileira. Os setores excluídos socialmente são os que mais sofrem com os altos índices de transgressão de seus direitos.

    Relacionar direitos humanos e educação popular, buscando esclarecer o que são Direitos Humanos fazendo uso da “Educação Popular” de Paulo Freire, foi o objetivo da pesquisa: Educação Popular: uma Alternativa para a Efetivação dos Direitos Humanos, realizada pelo estudante de Direito da UFMA, José de Ribamar Ferreira Júnior.

    Foram realizadas pesquisas biográficas e de experiências das assessorias jurídicas com a prática da educação em direitos humanos que buscam uma efetivação desses direitos: No Maranhão o NAJUP Negro Cosme, através do projeto “Dialogando a Cidadania”, vem utilizando a educação popular.

    A pesquisa conclui que a educação popular é uma das formas mais adequadas para se realizar o trabalho de conscientização dos direitos humanos, porque permite a construção de um conhecimento heterogêneo formado pelo saber teórico, que parte dos cientistas e o prático que emana do povo. (EMERSON MARINHO)
    VOCÊ SABIA QUE A BORRA DO CAFÉ PODE COMBATER O MOSQUITO DA DENGUE?

    É isso mesmo! Pesquisa realizada no instituto de biociências da Unesp em São José do Rio Preto, São Paulo, constata que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do mosquito Aedes aegypti.

    Isto acontece porque a cafeína da borra de café altera a produção de enzimas no organismo das larvas. Essas enzimas estão envolvidas em funções vitais do mosquito como reprodução, transporte de impulsos nervosos, desenvolvimento e a própria resistência a inseticidas químicos.

    A pesquisa realizada pela cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, durante sua dissertação de mestrado, revelou que a utilização da borra do café para combater o mosquito da dengue é bastante simples: deve-se colocar a borra nos pratinhos de coleta de água dos vasos, ou mesmo no solo, pois além de se misturar à água, ela pode ser utilizada como adubo ecologicamente correto.

    Para especialistas em saúde pública, a descoberta é bem vinda, uma vez que, além de combater a ameaça da dengue 3, que surge com as fortes enxurradas de final de ano, pode combater outra ameaça, que vem do exterior: a dengue do tipo 4.
    Você sabia? Tome ciência!

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  • A HISTÓRIA DAS MULHERES: ANÁLISE E ELEMENTOS TEÓRICOS
    Cleópatra, Joana D’Arc, Madre Teresa de Calcutá e Olga Benário são exemplos de mulheres que marcaram época. Durante muito tempo a mulher tem desempenhado um papel de grande relevância na história da sociedade.

    Estudar a participação social e cultural feminina na história, é o foco da pesquisa, a história das mulheres: análise e elementos teóricos desenvolvida por Joseane Ferreira Lima, estudante do curso de História da UFMA.

    O trabalho foi baseado na história social e nos estudos de gêneros. E dá importância em se considerar a pluralidade feminina nas interpretações históricas.


    Enquanto elementos de analises históricas que têm trajetórias individuais, portanto que tem suas peculiaridades e os estudos de gêneros a partir da problematização das diferenças, então a história das mulheres ganhou com isso. Hoje se tem uma história das mulheres que objetiva perceber as identidades coletivas além de perceber também, que as identidades podem ser plurais.

    Desde a Revolução Francesa, as mulheres começaram a participar ativamente da vida política. No Maranhão, um exemplo ilustre é Maria Aragão que lutou durante a ditadura militar, por uma sociedade mais igualitária.


    (JOLIANE BIMBATO)

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